Example Example Example Example Example Example Example O presidente Ikeda observa: "É absolutamente impossível que alguém com uma conduta séria e sincera na fé não consiga ser feliz e prosperar ou que seu ambiente não consiga ser revitalizado. Este é o princípio universal do budismo. O coração é o que transforma tudo. Esta é a natureza prodigiosa da vida. É uma verdade irrefutável". Nam-myoho-rengue-kyo Nam-myoho-rengue-kyo Nam-myoho-rengue-kyo....


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24 de outubro de 2009

O que nós queremos? O Caso das campanhas de vacinação H1N1.

Quinta-feira outubro 15, 2009 00:00

O que nós queremos? O Caso das campanhas de vacinação H1N1.

Alguns preferem que todos são livres para serem vacinados ou não, mesmo sabendo do risco de desenvolver uma doença debilitante ou mesmo a morte. Se alguns querem ser vacinados e assumir o risco, tudo bem, nenhuma proibição não impede que mais do que engolir um tubo de barbitúricos. No caso das vacinas contra H1N1, no entanto, o risco é ainda uma outra ordem. É que a pressão seletiva e comutações.

A vacinação em massa promove o surgimento de uma nova cepa do vírus, mais agressivo desta vez. Este não é apenas um risco a saúde de terceiros, mas também fornece o pretexto para uma vacinação obrigatória, e as leis de emergência que ponham em perigo a democracia, em todas as nossas liberdades.

Além disso, em um mundo quase normal, as autoridades de saúde iriam permitir que essas vacinas contra H1N1 chegar ao mercado?

Por essa razão nós dizemos: "Não!" Que o mais cedo estas campanhas de vacinação. "Pela primeira vez, evitar o desastre de saúde antes que aconteça. Vamos evitar dezenas de milhares de doenças graves, vidas quebradas, as mortes, e impedi-los de direito um dia nós acordamos em um mundo orwelliano em que o indivíduo já não é senhor de seu corpo como seu destino .

Para esse efeito, é extremamente importante para passar informações ao redor. Não deve ser vacinado. Ele deve dizer não a sua família para se vacinar. Nós devemos dizer às pessoas que você encontra, não se vacine, que essa vacina é um veneno.

Mas a ação não pára por aí. O terreno coberto é imensa e requer energia e habilidades de cada um. Os campos de batalha para levar incluem: o jurídico, o estagiário, na véspera da informação, investigação e conhecimentos especializados, traduzindo, escrevendo artigos, organização de eventos, advocacia, consultoria práticas de saúde, apoio financeiro e ação direta sobre o solo por meio de redes locais.

Para todos nós, podemos facilmente cobrir este vasto campo, contanto que nós estamos pelo menos coordenada. Essa é a idéia da América Enfrentando a vacina! Permitir que qualquer cidadão interessado, que decidiu não desistir de seu poder para os outros, aqueles que afirmam servir ao povo, mas muitas vezes servem outros interesse, embora os indivíduos, para quebrar o isolamento, a quebrar seu desamparo, e chegar a uma ação comum e concertada, o mais inteligente possível, cuja preocupação principal, a da eficácia.

Esta ação conjunta é aberto a todos. Ela precisa de tudo, como todo mundo precisa de todos. Isso não é tão isolado como formos bem sucedidos, mas a combinação de nossas energias e nossos talentos. Propomos ações possíveis, e todos são livres para propor e tomar iniciativas, nós estaremos lá para apoiá-lo.

Para aderir ao movimento, o que ele deve fazer? Basta responder a chamada enviando uma mensagem para unisfaceauvaccin@gmail.com . Por favor indicar a cidade onde reside, e outras informações que considerem úteis. Entraremos em contato com você.

Vê-lo entre nós!

http://translate.google.com/translate?hl=pt-BR&sl=fr&tl=pt&u=http%3A%2F%2Fwww.unisfaceauvaccin.org%2F

23 de outubro de 2009

SGI-USA inaugura quarto Centro de Fonte de Pesquisas sobre Cultura de Paz em Chicago, Illinois

Em fevereiro, cerca de 700 membros associados da SGI reuniram-se para celebrar a inauguração do Centro de Fonte de Pesquisa sobre a Cultura de Paz de Chicago, localizado no Centro Cultural da SGI-USA de Chicago. A SGI-USA já possui centros similares em Nova York (2004), Los Angeles (2004) e no Havaí (2007). O propósito desses centros é abrigar programas educacionais e culturais voltados para a comunidade, que promova uma cultura que rejeite a violência e estimule o diálogo ativo para tratar das causas do conflito.

No ano passado, os centros de Nova York e de Los Angeles iniciaram a atividade “Série de Palestras de Personalidades Ilustres sobre Cultura de Paz”, abordando uma ou mais das oito áreas de atuação definidas pela Declaração das Nações Unidas e Programa de Acão sobre a Cultura de Paz de 1999.

As oito áreas de atuação definidas pela Declaração das Nações Unidas e Programa de Acão sobre a Cultura de Paz de 1999 são:
1) promover uma cultura de paz por meio da educação;
2) estimular a economia sustentável e o desenvolvimento social;
3) cultivar o respeito por todos os seres humanos;
4) assegurar a igualdade entre homens e mulheres;
5) incentivar a participação democrática;
6) promover a compreensão, tolerância e solidariedade;
7) apoiar a comunicação participativa e o livre fluxo de informações e conhecimento;
8) promover a paz e a segurança internacional.]

A série de personalidades, aberta ao público, atraiu palestrantes como a Nobel da Paz de 1976, Betty Williams, e Jeffrey Sachs, diretor do The Earth Institute da Universidade de Colúmbia, em Nova York, e autor do best seller The End of Poverty.

Em Chicago, o evento contou com cerca de 40 autoridades públicas, entre elas Rodney Craig, prefeito de Hanover Park (subúrbio no noroeste de Chicago); representantes de organizações comunitárias envolvidas na construção da paz; e estudiosos de diversas instituições acadêmicas, como a DePaul University, o Morton College, e a Universidade de Chicago.

O embaixador Anwarul Chowdhury, que no ano passado completou sua gestão de cinco anos como sub-secretário-geral das Nações Unidas, foi o principal orador do evento. O diplomata de Bangladesh é mais conhecido pelo papel que exerce para ajudar a desenvolver as nações mais pobres e por incentivar a participação das mulheres e das crianças na construção de uma sociedade pacífica.

Durante a sua palestra, o embaixador Chowdhury declarou que a mente humana é capaz de produzir intolerância, nutrir ódio e causar dor aos outros seres humanos. Faz parte dos desafios do novo milênio, disse ele, instilar os “valores da não-violência, tolerância e democracia” em cada mulher, homem e criança.

Chowdhury disse que a Proposta de Paz de 2008 do presidente da SGI, Daisaku Ikeda, para as Nações Unidas, apresenta um componente-chave para a edificação de uma cultura de paz; o diálogo entre indivíduos e entre religiões e culturas. “O diálogo é a base de uma sociedade pacífica e humanística”, afirmou Chowdhury. “O melhor diálogo é articulado, apoiado e incentivado pela promoção da cultura de paz.”

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20 de maio de 2009

Resgatar totalmente nossa humanidade

TERCEIRA CIVILIZAÇÃO, EDIÇÃO Nº 489, PÁG. 7, MAIO DE 2009.

Logo que a Segunda Guerra Mundial findou, o filósofo francês Gabriel Marcel (1889-1973) fez penetrante análise no seu ensaio "O espírito de abstração como fator gerador de guerra". Embora a habilidade de desenvolver e manipular conceitos abstratos seja indispensável à atividade intelectual humana, as abstrações resultantes carecem de substância. A idéia de ser humano, por exemplo, pode ser entendida, em certo sentido, como ficção. A realidade é assim: somos homens ou mulheres, japoneses ou americanos, idosos ou jovens, nascidos em algum lugar. Quanto mais observamos as pessoas, mais as reconhecemos como únicas. Este é o mundo da realidade concreta. Qualquer discussão sobre seres humanos ou humanidade que deixe de considerar essas diferenças, acabará criando conceitos abstratos sobre a própria vida. 
Marcel usa o termo espírito de abstração para definir o processo destrutivo pelo qual nossa concepção dos fatos se aliena das realidades concretas. Ele nota, por exemplo, que só é possível participarmos da guerra se negarmos o caráter individual e a humanidade do outro - reduzindo-o a conceitos abstratos como fascista, comunista, sionista, fundamentalista islâmico. A este respeito, Marcel declara: 

As pessoas... exigem o meu compromisso beligerante contra outros seres humanos a quem devo, em virtude da minha opção, estar pronto a destruir. É necessário, do ponto de vista daqueles que estão me exigindo, que eu perca totalmente a consciência da realidade individual, da pessoa que eu sou, para que eu seja levado a destruir. A fim de transformá-los em meros alvos impessoais, é imprescindível convertê-los em abstração.2 

Sem este reducionismo, é impossível justificar ou encontrar sentido na participação de alguém numa guerra. 
Em outras palavras, o espírito de abstração não é de valor neutro. Marcel observa que é invariavelmente acompanhado de "caráter passional"3 de rejeição e ressentimento (ressentiment) que produz a "redução depreciativa".4 É assim que as pessoas se tornam conceitos abstratos, tratadas como seres inferiores, sem valor e até como algo nocivo a ser eliminado. As pessoas, em sua humanidade plena, deixam de existir. 
O próprio Gabriel Marcel revela: "O espírito de abstração é essencialmente da ordem das paixões, e... por outro lado, é a paixão, não a inteligência, que forja as abstrações mais perigosas".5 Foi por esta razão que ele considerou todo o seu trabalho de filósofo como "uma batalha incansável e obstinada contra o espírito de abstração".6 
Retomando a questão da atual crise financeira, temos de indagar se nós, enquanto sociedade, não fomos surpreendidos nas armadilhas desse espírito. Não estaríamos sob o encanto do caráter anônimo e abstrato do dinheiro, semelhante ao feitiço da Medusa? Será que não perdemos nossa capacidade humana essencial de enxergar que - embora necessário ao funcionamento da sociedade - o dinheiro não passa de uma convenção, um tipo de realidade virtual? 
A adoração ao dinheiro vai além da mera precisão material. Ele nos atrai e nos hipnotiza, nos induz a ações que, em outras circunstâncias, evitaríamos. Por exemplo, uma empresa que perde de vista sua responsabilidade social, sensível apenas aos interesses particulares dos acionistas - pela insistência destes em lucros a curto prazo -, relegará, a segundo ou mesmo terceiro plano, as relações com o universo de pessoas reais, sejam administradores e empregados, sejam clientes e consumidores. No mundo inteiro, ouvimos vozes repletas de remorso de empresários conscientes que não tiveram escolha senão desempenhar esse papel repugnante. 
A verdade é que a globalização centrada nas finanças produz inúmeras pessoas como estas. 
Absorvidos pelo espírito de abstração, perdemos de vista o fato de que nossa verdadeira humanidade existe somente na inteireza de nossa personalidade. Em maior ou menor grau, tornamo-nos todos Homo economicus, incapazes de reconhecer outros valores a não ser o monetário. 
As pessoas parecem dominadas por uma espécie de impotência claustrofóbica, sensação que se aprofunda na medida do avanço da globalização. Esta é, a meu ver, consequência inevitável da arrogância e do egoísmo que conduz à busca cega do lucro, do pensamento de que a sociedade humana pode continuar a existir mesmo com a destruição do meio ambiente natural e cultural. Não ignoremos as eternas palavras de José Ortega y Gasset (1883-1955) sobre a unicidade de nossa vida e do nosso ambiente: "Eu sou eu e minha circunstância, e se não a salvo, também não me salvo".7 
Naturalmente, o Homo economicus é produto de um vetor intrínseco ao capitalismo. Quanto mais "pura" a forma de capitalismo pregada, mais obrigados seremos - em nossa condição de acionistas, administradores e empregados, clientes e consumidores - a buscar esse vetor. Se assim não fizermos, pelo menos a curto prazo, sofreremos perdas. 
Robert B. Reich, secretário de Estado do Trabalho no governo Bill Clinton, advertiu quanto aos perigos ocultos da "nova economia". Em sua recente obra Supercapitalismo, ele condensa os múltiplos aspectos de nossa personalidade nos nossos papéis de investidores e consumidores, e como cidadãos. Reich escreve: 

Por mais estranho que pareça, a verdade é que quase todos nós temos dupla personalidade: como consumidores e como investidores, queremos ótimos negócios. Como cidadãos, não gostamos de muitas consequências sociais daí advindas.8 

O grande desafio está no equilíbrio capaz de resgatar totalmente nossa humanidade. Contudo, sob o domínio do supercapitalismo, "os consumidores e os investidores ganham poder; os cidadãos perdem força".9 Os interesses do capitalismo assumem precedência sobre as exigências da democracia. 
A predominância de interesses monetários acentua os aspectos negativos do capitalismo, como desigualdade de renda mundial, mercados de trabalho instáveis e degradação ambiental. Isso não para por aí. A consequente queda das atividades econômica e financeira levanta sérias dúvidas sobre o que é comumente reconhecido como aspecto positivo do capitalismo - a capacidade de gerar riqueza. Porque a riqueza produzida tem provado ser ilusória. 
Sustentado pela desregulamentação e a inovação tecnológica, o processo de globalização sofre um contragolpe na forma de recessão globalizada. Ficou evidente que foi maldepositada a fé na competição e nos mercados livres para resolver todos os problemas. Nada no mundo é pré-ordenado de forma tão simplória. 
O sistema financeiro mundial requer estrutura regulamentadora. Para isso, cabe aos governos e processos políticos importante papel. Os líderes políticos devem exercer seus talentos para o bem maior e de uma perspectiva mais ampla e imparcial. Precisamos de medidas imediatas e audaciosas - como garantir suporte fiscal e financeiro e reforçar as redes de segurança social - para responder ao colapso da ação corporativa e ao aumento do desemprego. 
É especialmente importante ter em mente a dimensão mundial da pobreza, que rouba das pessoas oportunidades de trabalho digno e enobrecedor. O trabalho é atividade humana essencial: incorpora o propósito e a esperança, vitais para a realização pessoal e o florescimento social. Devemos dedicar todas as nossas energias, comprometidos com essa questão fundamental. E considerar devidamente a lição da década de 1930, quando a confiança excessiva no controle estatal levou ao surgimento do fascismo. Da mesma forma, é preciso ouvir a advertência de Marcel contra os perigos do espírito de abstração.
"Vencedores" e "perdedores"

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