"Exílio em Izu" foi escrito quando Nitiren Daishonin enfrentava seu primeiro exílio. Ao contrário de abater-se, Daishonin considerou o fato um motivo de imensa alegria por poder, com isso, comprovar a predição do sutra de que o verdadeiro devoto do Sutra de Lótus enfrentaria perseguições por expor a Lei.
Esse escrito, repleto de gratidão, nos ensina a importância de cultivar esse nobre sentimento e de buscar enxergar a essência das pessoas para não fazer julgamentos superficiais.
Eu achava que deveria ter gratidão por alguém que tivesse feito alguma coisa para mim. Ficaria devendo a ela um favor. No momento certo, quando precisasse de mim, iria atendê-la. Isso era tudo.
Olhando por este ângulo, existem dois tipos de pessoas: ingratas e gratas. A ingrata, quando recebe um favor, considera que quem a ajudou, "não fez mais do que sua obrigação" ou até fica procurando um jeito de não ficar "devendo favor". A pessoa grata valoriza cada detalhe e até mesmo encontra uma forma de retribuir. O budismo vai mais além. Mostra que a gratidão nos ensina a elevar nosso estado de vida.
Vários escritos de Nitiren Daishonin tratam especialmente da gratidão e das ações que são resultado dela. Em "Retribuição aos Débitos de Gratidão", Daishonin ensina que saldar os débitos de gratidão é fundamental no comportamento humano e que a gratidão ao mestre é muito importante.
Como poderemos então ser verdadeiramente gratos ao presidente Ikeda, que trouxe para nossa vida essa maravilhosa filsofia budista e nos envia incentivos constantes para conquistarmos a felicidade? A resposta é: não deixando que o seu esforço tenha sido em vão. Precisamos nos empenhar para sermos muito, muito felizes, e dizer a ele: "Sensei, não se preocupe. Onde o senhor não puder ir, eu irei e propagarei o budismo." Quando fazemos Chakubuku, damos continuidade à atuação do nosso mestre, porque conseguimos vencer nossas próprias circunstâncias para ensinar o caminho da felicidade a outras pessoas.
Portanto, propagar o budismo é ter gratidão e fonte de grande boa sorte. Se comprovarmos a força do budismo na nossa vida de acordo com os ideais do mestre, estaremos vivendo algo bem mais sublime que "pagar um favor", não é mesmo? Por exemplo, se fazemos sacrifícios para colocar nosso filho numa boa escola, como ele poderá expressar sua gratidão? Dedicando-se aos estudos, usando o que aprendeu para ser bem-sucedido e fazer o bem para as pessoas, fazendo valer o nosso esforço.
É bem diferente do sentido de "dever um favor", não é mesmo? Por isso é que nossos veteranos sempre orientam que a melhor maneira de expressar nossa gratidão ao mestre é comprovando o budismo na nossa vida e concretizando Chakubuku.
Então, vamos conquistar nossa felicidade, conforme consta em uma das "Cinco Diretrizes da Prática da Fé": prática da fé para conquistar a felicidade, e ensinar o budismo a outras pessoas, como verdadeiros discípulos que enchem o coração do mestre de alegria e satisfação.
BUDISMO DE NITIREN DAISHONIN, FILOSOFIA HUMANÍSTICA E TEMAS AFINS.
O presidente Ikeda observa: "É absolutamente impossível que alguém com uma conduta séria e sincera na fé não consiga ser feliz e prosperar ou que seu ambiente não consiga ser revitalizado. Este é o princípio universal do budismo. O coração é o que transforma tudo. Esta é a natureza prodigiosa da vida. É uma verdade irrefutável". Nam-myoho-rengue-kyo Nam-myoho-rengue-kyo Nam-myoho-rengue-kyo....
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29 de outubro de 2009
Exílio em Izu
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24 de agosto de 2009
"Louvar cada pessoa como se louva o Buda"

"Louvar cada pessoa como se louva o Buda" (Tonnyu Kyo Butsu) é o princípio
do exercício humano como bodhisattva. É a essência da prática do Budismo, de
respeitar e considerar cada pessoa como seres potencialmente de valor
humano, ou seja, "jamais desprezar".
"A luta contra o poder e a arrogância" é o título de parte de "Um diálogo
sobre a religião no século XXI", publicada no Brasil Seikyo nº 1535 de 11 de
dezembro de 1999. Vamos reles algumas partes do diálogo:
Endo: Pela razão de essa passagem ser composta por vinte e quatro caracteres
chineses, o Sutra de Lótus que o Bodhisattva Jamais Desprezar propagou é
denominado como "Sutra de Lótus de vinte e quatro caracteres". Em termos do
conceito das exposições essenciais, abreviadas e compreensivas do sutra, a
passagem de vinte e quatro caracteres representa o Sutra de Lótus abreviado.
No Ongui Kuden (Registro dos Ensinos Orais) consta: "Esses vinte e quatro
caracteres chineses que formam essa passagem são equivalentes aos cinco
caracteres do Myoho-rengue-kyo. Embora as palavras sejam diferentes, o
significado é o mesmo. Esses vinte e quatro caracteres representam o Sutra
de Lótus em miniatura. (Gosho Zenshu, pág. 764.)
Pres. Ikeda: O quê exatamente o Sutra de Lótus expõe? O sutra está
condensado nesta passagem de vinte e quatro caracteres: "Eu o respeito
profundamente. Jamais o desprezaria nem o trataria com arrogância, pois uma
vez que está conduzindo a prática de bodhisattva, o senhor infalivelmente
tornar-se-á um buda." Todos os seres vivos possuem a natureza de buda, o
estado de Buda. É esse estado de Buda que o Bodhisattva Jamais Desprezar
reverencia.
O Sutra de Lótus de vinte e quatro caracteres não afirma abertamente que
todas as pessoas possuem a natureza de buda. Mas, com certeza, é isso que
está afirmando nessas palavras. Essa é a mais nobre filosofia da dignidade
da vida.
Enquanto há inumeráveis religiões que pregam a "igualdade", elas
freqüentemente querem dizer que os seres humanos são iguais na capacidade de
pecar. Porém, o Sutra de Lótus ensina que todas as pessoas são os nobres
filhos do Buda; que todos são igualmente entidades do estado de Buda. Essa
diferença é de fundamental importância.
Suda: Ainda que uma pessoa seja adepta de uma filosofia distinta e não
perceba o estado de Buda em sua própria vida, isso não altera em nada o fato
de que sua vida é uma entidade do estado de Buda. É exatamente isso que o
Bodhisattva Jamais Desprezar afirma em sua declaração. Portanto, o Sutra de
Lótus absolutamente jamais perdoa a violência.
Saito: O conflito religioso acompanhado da violência seria totalmente
contraditório ao espírito do sutra.
Pres. Ikeda: O Bodhisattva Jamais Desprezar e o Sutra de Lótus opõem-se
diretamente a todas as formas de violência. O Sutra de Lótus nos ensina a
lutar em um plano espiritual, não por meio da violência.
Saito: Exatamente. E ainda que agisse de modo totalmente pacífico, o
Bodhisattva Jamais Desprezar é constantemente insultado e atacado tanto
verbal como fisicamente.
Endo: Ele é atacado com varas, bastões e pedras, e é caluniado e insultado.
Ao ver os quatro tipos de pessoas de longe, o Bodhisattva Jamais Desprezar
aproxima-se delas, curva-se em reverência e recita a passagem de vinte e
quatro caracteres.
Suda: Ainda hoje, é uma prática comum na Índia as pessoas cumprimentarem
umas às outras juntando as palmas das mãos e dizendo Namaste em sinal de
reverência. Imagino o Bodhisattva Jamais Desprezar fazendo um gesto
semelhante.
Endo: No entanto, os indivíduos arrogantes, longe de demonstrar algum
respeito, apenas ficavam enraivecidos e repreendiam-no: "Esse monge
ignorante - de onde ele pensa que vem, declarando presunçosamente que não
nos despreza e predizendo que atingiremos o estado de Buda? Não temos tempo
a perder com essas predições irresponsáveis e enganadoras!" (LS20, 267.)
Essas pessoas o repreendiam constantemente, declarando: "Você não é nenhum
buda. Que presunção dizer que nos tornaremos budas. Você é um ignorante que
não sabe onde é o seu lugar."
Pres. Ikeda: Conforme o sutra indica quando diz "Os monges de extrema
arrogância agiram com grande autoridade e poder" (LS20, 266), esses
indivíduos exerciam considerável poder e influência. Isso provavelmente fez
com que todos eles se tornassem ainda mais arrogantes.
Enquanto as pessoas confiarem em algum tipo de força - seja ela autoridade,
poder, riqueza material, força física, posição, organização, fama, talento
ou conhecimento - sofrerão por serem humildes. Normalmente, as pessoas só
ouvem os outros quando perdem tudo o que possuem. Essa é uma trágica falha
humana.
A maioria é arruinada por sua arrogância. Antes que isso aconteça, devemos
questionar a nós mesmos que tipo de ser humano seríamos se fôssemos
destituídos de todos os adornos físicos e externos.
Saito: Mesmo quando as pessoas arrogantes ridicularizavam-no, o Bodhisattva
Jamais Desprezar permanecia inabalável. Por mais que fosse insultado, ele se
mantinha sempre sereno e simplesmente repetia: "O senhor infalivelmente se
tornará um buda."
Pres. Ikeda: Essa é a prática da tolerância. O Buda é considerado como
"Aquele que Tolera". Tudo depende da nossa coragem de enfrentar as
adversidades que são uma parte inevitável da vida e da prática budista.
Endo: O Bodhisattva Jamais Desprezar sofreu esses insultos e ataques por
vários anos. Mas ser insultado e ridicularizado não o deteve. Ele também era
atacado com varas, bastões e pedras. Quando isso acontecia, ele recuava a
uma distância segura e repetia em voz alta a passagem dos vinte e quatro
caracteres.
Saito: Isso revela agilidade e força de caráter.
Suda: Afinal, não precisamos nos submeter à violência. Não podemos
permanecer parados sem fazer nada. Enquanto esquivava-se dos ataques, ele
continuamente pregava o ensino sem nunca se deixar intimidar. Ele é um
destemido praticante.
Saito: E firmemente conduz uma luta pacífica.
Pres. Ikeda: Certa vez, o presidente Toda declarou: "Nós próprios somos o
Nam-myoho-rengue-kyo. Portanto, mesmo que sejamos caluniados ou atacados,
uma vez que determinamos recitar o Daimoku, e enquanto estivermos vivos,
devemos continuar a recitá-lo, sejam quais forem as circunstâncias, e a nos
esforçar em prol do Kossen-rufu, mesmo que tenhamos de sobreviver apenas com
água e raízes. Esse é o significado da fé."
Com relação à propagação, ele afirmou:
"Não há nenhuma arte ou técnica para realizar o Chakubuku. Não há outra
maneira de propagar os ensinos de Nitiren Daishonin senão com a sólida
convicção de que vocês próprios são o Nam-myoho-rengue-kyo. Estar consciente
disso significa estar consciente da essência da propagação nos Últimos Dias
da Lei. Esse é o único caminho.
"Não existem regras para propagar o Nam-myoho-rengue-kyo ou para
compartilhá-lo com as outras pessoas. Nossa própria vida é o
Nam-myoho-rengue-kyo! O Nam-myoho-rengue-kyo é tudo! Devemos estar
firmemente determinados de que o Nam-myoho-rengue-kyo é tudo que temos e, se
isso ainda não bastar, então, mesmo se morrermos ou se nos matarem, não
haverá mais nada a fazer. Quando estivermos firmemente convictos disso,
devemos continuar a falar sobre o Gohonzon para as outras pessoas."
Essa também é a atitude do Bodhisattva Jamais Desprezar. Mesmo quando é
caluniado ou atacado, ele continua a plantar a semente do Sutra de Lótus de
vinte e quatro caracteres. Continua enfrentando tudo, determinando que é
dessa maneira que conduzirá sua vida independentemente da reação dos outros.
Então, tendo conduzido tal existência, como será seu fim?
6 de novembro de 2008
A Ordem do Buda
Trechos da "Revolução Humana", Volume IV, Páginas 228 à 230.
- Desde que eu prometi dessa maneira, senti do fundo do meu coração, a minha razão de viver. A vida do Mestre é eterna. Onde está o Mestre? Ele está ligado pela causa do Budismo através da oração do Daimoku dirigida pelos discípulos. Aqui é a terra iluminada do Buda. A vida do Mestre está aqui!
- Se por ventura ou por hipótese ele estivesse num banho de fogo da fatalidade do inferno, estou convicto de que, certamente hoje, ele está no Estado de Buda.
Os presentes não podiam deixar de sentir uma emoção profunda. Ao meio dia, a cerimônia foi encerrada. Após um intervalo de 40 minutos, a Assembléia Geral foi reaberta às 12h45min. Foi uma reunião pomposa, sem um espaço vazio sequer no auditório. Além disso, o senso de plenitude dominava o ambiente.
A Assembléia foi reaberta com o discurso do Diretor Morikawa e o relato de atividades foi transmitido em seguida pelo Diretor Harayama. No momento em que foi anunciada a substituição do Diretor Geral, o auditório vacilou por um instante. Após o relato financeiro pelo Diretor Izumida, o Diretor Geral antigo e o novo, cada qual fez o uso da palavra.
Toda fez um discurso rápido e simples como Diretor Geral antecessor, dentro do clima de tranquilidade. Porém, cada palavra provocava as emoções comose estivesse engolindo a saliva endurecida.
- Sinto-me profundamente grato pelo progresso da nossa Sociedade, chegando ao ponto de lotar plenamente este auditório pela presença de todos, após 20 anos de permanência no cargo de Primeiro Diretor Geral, desde que o Mestre Mkiguti se tornou Primeiro Presidente.
- Desde o falecimento do Presidente Makiguti, o lugar do Segundo Presidente ainda permanece vago e apesar disso, vim ensinando o Hokekyo de Sakyamuni como sendo o princípio básico de orientação para a Soka-Gakkai. Percebi que isso era o meu grave erro. Assim sendo, pensando no futuro da Soka-Gakkai, no seu progresso majestoso daqui para a frente e reconhecendo ao mesmo tempo e profundamente o erro da minha conduta em desacordo com NItiren Daishonin, resolvi transferir o meu cargo para o Segundo Diretor Geral Mishima.
- Alguém poderá indagar: "Então, o que pretenderá em seguida?" Entretanto, eu espero algo muito importante. Recebi o Gohonzon majestoso e creio respeitosamente em Nitiren Daishonin, o fundador. Estou decidido a dar a minha vida pelo Nam-Myoho-Rengue-Kyo e pelo progresso da Soka-Gakkai, defendendo sempre a Sociedade enquanto estiver vivo.
Todos no auditório seguiram com o olhar o retorno de Toda para o seu lugar.
"Espero algo muito importante". Essas palavras de Toda devem ter sido resguardadas pelos presentes com imensurável esperança e fé. A Assembléia prosseguiu com o discurso do novo Diretor Geral Mishima, a apresentação dos novos Diretores e os relatos de experiência.
Já eram mais de três horas da tarde e a Assembéia prosseguia. Intercalado por um discurso caloroso de Kiyohara versando "Sobre Chakubuku", houve novos relatos de experiências e cinco pessoas relataram os seus resultados. Pode-se observar quanto uma experiência real da vida diária é mais importante do que centenas de teorias.
A seguir, teve o discurso do Diretor Geral Mishima e em último lugar Toda foi à Tribuna do Auditório pela terceira vez, para responder ao tema "A Lição do Professor Toda". Apesar da explanação ser bem curta, ele falou sobre a sua missão em relação à "Ordem do Buda".
- A Paz Mundial é o anseio do Buda e é ao mesmo tempo, a Ordem do Buda. Nunca poderá ser manobrada por nós com nossas forças de um mortal comum. Sem o anseio do Buda, nunca será realizada.
- Desde que eu prometi dessa maneira, senti do fundo do meu coração, a minha razão de viver. A vida do Mestre é eterna. Onde está o Mestre? Ele está ligado pela causa do Budismo através da oração do Daimoku dirigida pelos discípulos. Aqui é a terra iluminada do Buda. A vida do Mestre está aqui!
- Se por ventura ou por hipótese ele estivesse num banho de fogo da fatalidade do inferno, estou convicto de que, certamente hoje, ele está no Estado de Buda.
Os presentes não podiam deixar de sentir uma emoção profunda. Ao meio dia, a cerimônia foi encerrada. Após um intervalo de 40 minutos, a Assembléia Geral foi reaberta às 12h45min. Foi uma reunião pomposa, sem um espaço vazio sequer no auditório. Além disso, o senso de plenitude dominava o ambiente.
A Assembléia foi reaberta com o discurso do Diretor Morikawa e o relato de atividades foi transmitido em seguida pelo Diretor Harayama. No momento em que foi anunciada a substituição do Diretor Geral, o auditório vacilou por um instante. Após o relato financeiro pelo Diretor Izumida, o Diretor Geral antigo e o novo, cada qual fez o uso da palavra.
Toda fez um discurso rápido e simples como Diretor Geral antecessor, dentro do clima de tranquilidade. Porém, cada palavra provocava as emoções comose estivesse engolindo a saliva endurecida.
- Sinto-me profundamente grato pelo progresso da nossa Sociedade, chegando ao ponto de lotar plenamente este auditório pela presença de todos, após 20 anos de permanência no cargo de Primeiro Diretor Geral, desde que o Mestre Mkiguti se tornou Primeiro Presidente.
- Desde o falecimento do Presidente Makiguti, o lugar do Segundo Presidente ainda permanece vago e apesar disso, vim ensinando o Hokekyo de Sakyamuni como sendo o princípio básico de orientação para a Soka-Gakkai. Percebi que isso era o meu grave erro. Assim sendo, pensando no futuro da Soka-Gakkai, no seu progresso majestoso daqui para a frente e reconhecendo ao mesmo tempo e profundamente o erro da minha conduta em desacordo com NItiren Daishonin, resolvi transferir o meu cargo para o Segundo Diretor Geral Mishima.
- Alguém poderá indagar: "Então, o que pretenderá em seguida?" Entretanto, eu espero algo muito importante. Recebi o Gohonzon majestoso e creio respeitosamente em Nitiren Daishonin, o fundador. Estou decidido a dar a minha vida pelo Nam-Myoho-Rengue-Kyo e pelo progresso da Soka-Gakkai, defendendo sempre a Sociedade enquanto estiver vivo.
Todos no auditório seguiram com o olhar o retorno de Toda para o seu lugar.
"Espero algo muito importante". Essas palavras de Toda devem ter sido resguardadas pelos presentes com imensurável esperança e fé. A Assembléia prosseguiu com o discurso do novo Diretor Geral Mishima, a apresentação dos novos Diretores e os relatos de experiência.
Já eram mais de três horas da tarde e a Assembéia prosseguia. Intercalado por um discurso caloroso de Kiyohara versando "Sobre Chakubuku", houve novos relatos de experiências e cinco pessoas relataram os seus resultados. Pode-se observar quanto uma experiência real da vida diária é mais importante do que centenas de teorias.
A seguir, teve o discurso do Diretor Geral Mishima e em último lugar Toda foi à Tribuna do Auditório pela terceira vez, para responder ao tema "A Lição do Professor Toda". Apesar da explanação ser bem curta, ele falou sobre a sua missão em relação à "Ordem do Buda".
- A Paz Mundial é o anseio do Buda e é ao mesmo tempo, a Ordem do Buda. Nunca poderá ser manobrada por nós com nossas forças de um mortal comum. Sem o anseio do Buda, nunca será realizada.
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