O Buda Sakyamuni diz, a seguir, que todos aqueles bodhisattvas já atingiram a
iluminação e estão ensinando a Lei em suas terras. E revela que ele era o 16o. príncipe e que os homens de Erudição que eram seus discípulos naquele momento e aqueles que apareceriam após seu falecimento são os seres que ele havia começado a instruir naquela época.
Após explicar o relacionamento cármico ligando ele e seus atuais discípulos,
Sakyamuni fala sobre a parábola da cidade imaginária e a terra de tesouros.
A parábola é sobre uma caravana que viaja pelo deserto, guiada por um único líder e enfrenta uma longa e difícil jornada rumo a uma terra de tesouros. Mas, ao longo do caminho, as pessoas ficam extremamente fracas e desmotivadas, e dizem ao líder que não podem mais continuar.
Se retornassem, todos os seus esforços até aquele ponto teriam sido em vão. O líder, então, usa seus poderes místicos para criar uma grande cidade e encoraja essas pessoas a continuarem, dizendo-lhes que quando entrassem nela, poderiam desfrutar a paz e a tranqüilidade. Ao ouvirem isso, as pessoas se alegram e seguem para a cidade, onde descansam o corpo completamente exausto e recuperam as forças.
Depois, o líder faz a cidade desaparecer e diz às pessoas que a cidade era uma ilusão que ele havia criado para que elas descansassem e que seu verdadeiro destino, a terra de tesouros, estava próximo. A cidade imaginária que o líder lhes havia mostrado correspondia aos ensinos intermediários dos Três Veículos que o Buda expôs a fim de guiar as pessoas rumo à iluminação. A terra de tesouros representa o veículo único do Buda que é o objetivo último que as pessoas devem alcançar.
Especificamente, essa parábola esclarece que o nível de despertar atingido pelos
ouvintes e os pratyekabuddhas (que corresponde à “cidade imaginária”) é um meio, e
que a insuperável iluminação do Buda (a terra de tesouros) é a verdadeira iluminação para a qual eles devem direcionar seus esforços única e exclusivamente.
Aqueles que lamentam diante de novos objetivos não conseguem tornar real o
princípio de “a cidade imaginária é idêntica à terra de tesouros” em sua vida.
Segundo o presidente Ikeda, “precisamos desafiar a nós mesmos com seriedade e
firmeza para atingirmos nossos objetivos. Com a determinação de superar todos os
obstáculos, devemos avançar abrindo caminhos. Mais tarde, quando olharmos para
trás, veremos que esses momentos, embora talvez difíceis, foram de fato os mais
significativos e recompensadores de nossa vida. Eles serão um tesouro de memórias
douradas, cenas grandiosas no eterno drama de nossa vida pelas três existências do
passado, presente e futuro”.
(A Sabedoria do Sutra de Lótus, vol. 2, pág. 163.)
BUDISMO DE NITIREN DAISHONIN, FILOSOFIA HUMANÍSTICA E TEMAS AFINS.
O presidente Ikeda observa: "É absolutamente impossível que alguém com uma conduta séria e sincera na fé não consiga ser feliz e prosperar ou que seu ambiente não consiga ser revitalizado. Este é o princípio universal do budismo. O coração é o que transforma tudo. Esta é a natureza prodigiosa da vida. É uma verdade irrefutável". Nam-myoho-rengue-kyo Nam-myoho-rengue-kyo Nam-myoho-rengue-kyo....
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30 de outubro de 2009
4 de agosto de 2008
Glorioso Perdedor - Olimpíadas
1904 – Glorioso Perdedor
No dia da maratona, quando chegou ao local da largada estava as únicas roupas que possuía. Vestia camisas de mangas longas, calças compridas de brim e sapatos pesados. Todos riram, apenas um atleta americano, Martin Sheridan, tratou de ajudá-lo. Com uma tesoura cortou as mangas e as pernas da calça e emprestou-lhe sapatos de corrida.
O calor era grande. Ao passar por um pomar, subiu num pé de maçã e almoçou ali mesmo. Elas não lhe fizeram bem, pois teve dor de barriga, chegando a vomitar. Mesmo assim chegou ao final da maratona como o quarto melhor.
No romance Nova Revolução Humana o pres. Ikeda diz\: "O que é medo? Na realidade, não passa de uma ilusão criada pela própria mente. Medrosos são aqueles que temem a sombra que eles próprios criaram!".
E mais: "A juventude de todos é uma luta contra vários problemas. Entretanto, se fizerem o melhor para desafiarem seus problemas imediatos com o vigor da juventude definitivamente descobrirão a maneira de superá-los. Vencendo as dificuldades uma a uma no final, ao olha para trás descobrirão uma luta grandiosa".
Fonte: TC fevereiro/1997. (Revista Terceira civilização, Editora Brasil Seikyo)
Agradecimentos a amiga Marcia Rocha que me mandou por email essa notícia.
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