Example Example Example Example Example Example Example O presidente Ikeda observa: "É absolutamente impossível que alguém com uma conduta séria e sincera na fé não consiga ser feliz e prosperar ou que seu ambiente não consiga ser revitalizado. Este é o princípio universal do budismo. O coração é o que transforma tudo. Esta é a natureza prodigiosa da vida. É uma verdade irrefutável". Nam-myoho-rengue-kyo Nam-myoho-rengue-kyo Nam-myoho-rengue-kyo....


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29 de outubro de 2009

Cont 15 - Sexto capítulo do Sutra de Lótus — Juki

Segunda e última parte
BRASIL SEIKYO, EDIÇÃO Nº 1942, PÁG. A8, 07 DE JUNHO DE 2008.

Segundo explica o presidente da SGI, Daisaku Ikeda, Maudgalyayana, na profecia —
Fragrância do Sândalo e de Tamalapatra —, significa a “fragrância das folhas das
árvores de sândalo e de tamala”. A madeira dessas árvores era pulverizada e
transformada em perfume que era borrifado ou aplicado sobre o corpo. A madeira
também era queimada em festivais de fogos.

O nome do kalpa, Repleto de Alegria, significa “cheio de alegria e tranqüilidade”. E Satisfação do Espírito, o nome da terra, significa “lugar que deixa o espírito tranqüilo”.

Esse kalpa, a terra e o título parecem relacionar-se ao fato de Maudgalyayana ser
conhecido como o primeiro em poderes transcedentais. Existem muitas histórias a
respeito de seus poderes transcedentais, com o episódio em que ele fez com que o Rei Brahma (Bonten, em japonês) reverenciasse e se tornasse devoto de Sakyamuni.
Maudgalyayana subiu em um lugar no céu onde moravam o Rei Brahma e outros
deuses, e demonstrou-lhes a meditação dentro de uma chama. A luz ofuscante era tão
brilhante que nem mesmo o Rei Brahma, que personificava o princípio universal
fundamental (brâmane), tinha visto algo semelhante. Quando Maudgalyayana
declarou ser discípulo de Sakyamuni, o Rei Brahma perguntou por um intermediário se havia dentre os discípulos de Sakyamuni alguém que possuísse esses grandes poderes transcendentais. Ao saber que havia, o Rei Brahma alegrou-se e prometeu tornar-se seguidor de Sakyamuni. O Rei Brahma, governante do mundo saha, ficou
completamente eufórico, e a alegria espalhou-se e permeou todo o mundo.
Demonstrando seu próprio poder, o discípulo do Buda ensinou ao Rei Brahma a
grandiosidade de seu mestre, levando a honra tanto ao mestre quanto ao discípulo.
Analisando sob essa perspectiva, vemos que os discípulos recebiam nomes que
condiziam com sua personalidade. Além disso, suas inclinações pessoais são
transformadas nas qualidades virtuosas dos budas que estão destinados a se tornarem no futuro.

Ouvir os maravilhosos nomes do kalpa, da terra e do título — que se adequam
perfeitamente à característica de cada um — possibilitou que os quatro ouvintes
sentissem profundamente que eles de fato atingiriam o estado de Buda. E todos os
que estavam ao seu redor poderiam compreender, por extensão, que eles também se
tornariam budas dignos de louvor. Em conseqüência, ondas de alegria se espalharam
dentre aqueles que ouviram a concessão de profecias.

Nas predições sobre iluminação de Sakyamuni aos ouvintes do Sutra de Lótus, o atingir do estado de Buda é apresentado como algo que acontecerá no distante futuro. Ao contrário, Nitiren Daishonin ensina que se pode atingir o estado de Buda na presente existência por meio da recitação do Nam-myoho-rengue-kyo (concessão da profecia) conectando as pessoas à Lei Mística. Dessa forma, é plantado na profundeza da vida de cada pessoa que elas são uma entidade da Lei Mística e possuem o ilimitado potencial da vida.

O segundo presidente da Soka Gakkai, Jossei Toda, explica que “atingir o estado de
Buda não significa tornar-se ou tentar tornar-se um Buda. Significa acreditar
honestamente nas palavras de Daishonin de que o mortal comum é o supremo ser e
que todos os fenômenos manifestam a verdadeira identidade, e despertar para a
própria identidade como um Buda existente desde o remoto passado e por todo o
infinito futuro”. (A Sabedoria do Sutra de Lótus, vol. 2, pág. 112.)

Atingir o estado de Buda parece como atingir um objetivo, mas não é o mesmo. “Esse
caminho é um equívoco. É a própria esperança em si — esperança de avançar
eternamente rumo ao autodesenvolvimento, a uma maior realização e uma crescente
serenidade e satisfação na vida. A iluminação futura que o Sutra de Lótus prediz ensina a entidade de focar o presente e o futuro, o espírito progressivo de sempre empenharse para concretizar um maior crescimento e auxiliar cada vez mais as pessoas a tornarem-se felizes” — esclarece o presidente Ikeda.

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