Example Example Example Example Example Example Example O presidente Ikeda observa: "É absolutamente impossível que alguém com uma conduta séria e sincera na fé não consiga ser feliz e prosperar ou que seu ambiente não consiga ser revitalizado. Este é o princípio universal do budismo. O coração é o que transforma tudo. Esta é a natureza prodigiosa da vida. É uma verdade irrefutável". Nam-myoho-rengue-kyo Nam-myoho-rengue-kyo Nam-myoho-rengue-kyo....


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2 de dezembro de 2007

Rei Adorno Maravilhoso


(....) Então, os dois filhos dirigem-se aos pais e dizem: "Excelente, pai e
mãe! E suplicamos-lhes que no tempo devido vão ao lugar onde se encontra o
Buda Flor da Sabedoria da Constelação da Nuvem do Som do Trovão. Por quê?
Porque encontrar o Buda é tão difícil quanto encontrar a flor udumbara. Ou
tão difícil quanto uma tartaruga de um olho só encontrar um pedaço de
madeira flutuante com um buraco no meio. Nós recebemos o benefício da
grandiosa boa sorte desde existências passadas e assim nascemos nesta época
em que podemos nos encontrar com a Lei do Buda." (LS27, 315.)

Saito: Continuando com a história deste capítulo, quando os filhos ficam
sabendo da decisão do pai, o Rei Adorno Maravilhoso, de ouvir o Buda,
anunciam sua resolução de renunciar a sua posição real e devotarem-se à
prática budista. Eles fazem isso porque "o Buda é difícil de encontrar".
(LS27, 315.)

Suda: Há aqui essa famosa passagem que diz que encontrar o Buda é "tão
difícil quanto uma tartaruga de um olho só encontrar um pedaço de madeira
flutuante com um buraco no meio". (Ibidem.)

Daishonin explica essa analogia da seguinte forma: Há uma tartaruga que vive
no fundo do oceano. Uma vez a cada mil anos ela sobe à superfície na
esperança de encontrar um pedaço de tronco de sândalo para ela boiar. Mas o
tronco tem de ter o tamanho exato para acomodá-la. Além do mais, a tartaruga
tem um olho só, e ela não consegue determinar a distância, o que dificulta
alcançar algum tronco que por acaso encontre. Essa analogia é usada para
descrever a dificuldade de encontrar a Lei Mística. (cf. WND, pág. 957.)

Pres. Ikeda: Há no universo infinitas formas de vida. A terra, e até mesmo o
menor jardim, abrigam incontáveis entidades. Entre todas elas, nós temos a
boa sorte de termos nascido como seres humanos. Além do mais, podemos orar
ao Gohonzon, uma oportunidade tão rara que acontece apenas uma vez a cada
mil, dez mil ou um milhão de anos.

E nascemos bem em meio à luta em prol do Kossen-rufu. Como são profundos
nossos laços cármicos! Que imensa missão temos a cumprir! Não existem
coincidências no budismo. É realmente como o sutra diz: "Nós recebemos o
benefício da grandiosa boa sorte desde existências passadas e assim nascemos
nesta época em que podemos nos encontrar com a Lei do Buda." (Ibidem.) Viver
com a consciência desse fato solene é a maior satisfação, é transbordar de
alegria.

Devemos realizar a prática da fé com sinceridade, considerando cada dia como
um tesouro. Quando praticamos com emoção e entusiasmo, recebemos benefícios
sem demora. Os dois irmãos do capítulo "Rei Adorno Maravilhoso" manifestam a
determinação de praticar uma "fé pura".

Desperdiçar a vida, sem despertar para a própria missão, é o mesmo que ser
um morto-vivo. Daishonin nos adverte: "Não devem passar a vida em vão e
arrepender-se disso nos dez mil anos futuros." (WND, pág. 622.)

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